segunda-feira, 30 de abril de 2007

Em entrevista, Ruy Castro elogia biografia



Pergunta - Você tomou conhecimento da biografia da cantora Maysa, escrita pelo jornalista e escritor Lira Neto?

Ruy Castro - Sim, e gostei tanto que escrevi a orelha do livro. Maysa foi uma imensa cantora e grande personagem da vida brasileira. Até seus defeitos a tornaram fascinante.

Trecho de entrevista com Ruy Castro na revista Foco - Economia e Negócios, edição de abril.

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Maysa, na revista VIP


Todos que já viram seu mundo cair numa lancinante dor-de-cotovelo se identificam com Maysa, rainha da música de fossa. O autor retrata a cantora depois de fazer mais de 200 entrevistas e, principalmente, ter acesso ao diário íntimo dela. Morta num acidente de carro na ponte Rio-Niterói em 1977, Maysa é dessas personagens que têm a vida entrelaçada com sua obra.

Revista VIP, edição de maio.

terça-feira, 24 de abril de 2007

Maysa, no Jornal do Brasil



Biografia de Maysa, escrita pelo jornalista Lira Neto, revela uma mulher demais

ALVARO COSTA E SILVA

Maysa: Só numa multidão de amores descreve, em detalhes e com texto enxuto, uma espantosa trajetória de destruições e reconstruções.

Jornal do Brasil, 7 de abril de 2007. Caderno "Idéias".

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Entrevista na Eldorado AM




Nesta terça-feira, 24 de abril, falo sobre Maysa e sobre os bastidores da biografia Só numa multidão de amores na Rádio Eldorado AM, 700 KHZ, no programa Panorama Eldorado, com apresentação de Leandro Andrade. No ar, a partir das 10 horas da manhã.

O programa pode ser ouvido, ao vivo, pela internet, no site da Eldorado. Clique aqui.

Biografia de Maysa está entre os mais vendidos na Livraria Cultura

Uma boa notícia: apesar de só ter chegado às lojas na sexta-feira, a biografia Maysa: Só numa multidão de amores já entrou na lista dos mais vendidos na rede de livrarias Cultura.

O livro ficou em nono lugar entre os títulos de não-ficção vendidos pela rede durante toda a semana passada.

Para ver a lista dos mais vendidos da Cultura, clique aqui.

"Maysa era um furacão"



Após dois anos de pesquisa e mais de duzentas entrevistas, o escritor Lira Neto lança a biografia Maysa: Só numa multidão de amores.

FERNANDO OLIVEIRA

Além das biografias de José de Alencar e Castello Branco, Lira Neto escolheu um personagem controverso para seu novo livro: Maysa. Ele recebeu do diretor Jayme Monjardim, filho da cantora, mais de 100 mil documentos e levou dois anos para escrever o delicado e minucioso Maysa: Só numa multidão de amores".

Entrevista na Cultura FM


Nesta segunda-feira, 23 de abril, às 18 horas, falo sobre Maysa e sobre a biografia Só numa multidão de amores no programa "Estação Cultura", apresentado pela jornalista Gioconda Bordon, na rádio Cultura FM 103,3, de São Paulo.

sábado, 21 de abril de 2007

"Veja" recomenda




"Maysa Figueira Monjardim Matarazzo (1936-1977) foi uma das maiores intérpretes da MPB. Uma de suas especialidades era o repertório de canções sobre romances mal resolvidos e separações – o que lhe valeu o apelido de 'rainha da fossa'. Nessa biografia, o jornalista Lira Neto mostra que muitas das histórias tristes cantadas por Maysa eram baseadas em suas próprias experiências. Tal qual uma Billie Holiday, ela sabia transportar a tristeza da vida real para o palco. Canções como Ouça e Meu Mundo Caiu são um belo exemplo disso. Só numa Multidão de Amores passa longe do estilo chapa-branca das biografias autorizadas: descreve ainda os problemas de Maysa com a bebida – relatados no diário da cantora – e reafirma sua importância no cenário da música brasileira."

quinta-feira, 19 de abril de 2007

Furacão Maysa





Deusa da dor-de-cotovelo, cantora tem vida atribulada narrada na biografia Só numa Multidão de Amores

UBIRATAN BRASIL

Trata-se de um trabalho de fôlego: depois de dois anos de pesquisa, Lira reuniu uma coleção de fotos raras e inéditas, histórias desconhecidas e fatos elucidados da trajetória de uma das mais controversas cantoras da MPB. Com isso, percorreu todos os traumas de uma vida marcada por amores, viagens, conflitos com a mídia, tentativas de suicídio, crises de alcoolismo e internações em clínicas para desintoxicação. Do convívio com o pai boêmio e hedonista ao casamento com o magnata André Matarazzo (que impunha à mulher o recato das tradições familiares), o jornalista esmiuçou, com carinho e determinação, a existência da mulher que tanto se identificava com a música romântica como abraçava as novidades estéticas trazidas pela bossa nova.


Para ler a matéria completa (duas páginas), clique aqui.

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Livro já está disponível nos sites das livrarias da Vila, Cultura e Siciliano







Os sites das livrarias da Vila, Cultura e Siciliano já estão oferecendo a biografia Maysa: Só numa multidão de amores. Clique aqui, aqui ou aqui.

A melhor notícia é que, por causa do incentivo da Lei Rouanet, boa parte dos custos de produção do livro foi coberta pelo patrocinador, o BicBanco. Foi isso o que tornou possível fazer um preço bastante módico para o volume, que chega às livrarias por apenas 32 reais.

Como promoção de lançamento, algumas livrarias irão vender a biografia, nas primeiras semanas, por um valor menor ainda: 28 reais.

Para um livro de 432 páginas, fartamente ilustrado com fotos raras e inéditas, com acabamento gráfico de primeira, é uma pechincha quase inacreditável.




Biografia de Maysa, escrita pelo jornalista Lira Neto, revela trajetória de destruições e reconstruções

Lira Neto pesquisou em cerca de 100 mil recortes de jornais e revistas e fez 200 entrevistas com mais de meia centena de pessoas. Teve acesso aos diários íntimos da cantora, escritos confessionais, anotações sobre o cotidiano, poemas, letras de músicas inéditas e uma tentativa inacabada de biografia. Além de mostrar sua personagem de corpo inteiro, o livro resulta corajoso ao tratar a dependência química sem mistificações.

(Gazeta Mercantil, 13 de abril de 2007)


"Um livro indispensável"

Site Gafieiras, 26 de fevereiro de 2007

O mundo de Maysa





"Sempre achei Maysa um personagem intrigante, cheio de altos e baixos", diz Lira Neto, que teve preciosa ajuda do filho da cantora, o diretor Jayme Monjardim. "Jayme me trouxe um baú com recortes de jornais, letras inacabadas e os diários de Maysa dos 15 aos 40 anos". Apesar do aval do herdeiro, Lira não economizou nas tintas. "Não faria sentido pintar uma vida cor-de-rosa".

Jornal O Dia (Rio de Janeiro), 13 de abril de 2007.

Nos olhos de Maysa

"Lira Neto entrevistou em dois anos cerca de 100 pessoas e teve acesso, via Jayme Monjardim (filho único de Maysa), aos seus diários íntimos que estavam em uma caixa, junto com fotos e inúmeros recortes de jornais, totalizando 30 quilos de memórias. O resultado, ricamente ilustrado e com introdução de Ruy Castro, é o cruzamento de três olhares: Maysa sobre si própria, a partir de seus diários; Maysa vista pelos outros, resultados das entrevistas; e Maysa pelo olhar da mídia, inspirado em publicações sobre a artista na imprensa".

Revista Monet, edição de abril.


sábado, 14 de abril de 2007

"Ne me quitte pas"

Deu na "Rolling Stone"

A edição de abril da revista Rolling Stone, que acaba de chegar nas bancas (com Marisa Monte na capa), publica uma resenha sobre a biografia Maysa: Só numa multidão de amores. Um trechinho do texto assinado pelo jornalista Amilton Pinheiro:
"Trabalhando como um verdadeiro arqueólogo, Lira Neto trouxe um relato contundente e comovente de uma das maiores cantoras brasileiras"

quinta-feira, 5 de abril de 2007

Disco reúne estrelas para homenagear Maysa


Maysa, em foto de 1956

O jornalista e produtor musical Thiago Marques tem boas novas para os fãs de Maysa. Ele juntou um time eclético - e de primeiríssima qualidade - para fazer uma homenagem coletiva à cantora. No final deste mês, chega às lojas o CD Esta chama que não vai passar - com vinte músicas do repertório de Maysa. O selo é da Biscoito Fino. Confira, abaixo, a relação completa dos intérpretes e das canções do disco:

Alcione - Ouça (Maysa)
Ney Matogrosso - Meu Mundo Caiu (Maysa)
Célia e Dominguinhos - Nós (Maysa e Julio Medaglia)
Alaíde Costa - Demais (Tom Jobim e Aloysio de Oliveira)
Maria Bethânia - Quando chegares (Carlos Lyra)
Beth Carvalho - Bom dia tristeza (Vinicius e Adoniran Barbosa)
Cauby Peixoto - Ne me quitte pas (Jacques Brel)
Olivia Hime - Quando a saudade vem (Maysa)
Zélia Duncan - Franqueza (Dênis Brean e Osvaldo Guilherme)
Edson Cordeiro - I Love Paris (Cole Porter)
Fernanda Porto - Nego Malandro de Morro (Maysa)
Carlos Navas - Resposta (Maysa)
Cida Moreira - Adeus (Maysa)
Arnaldo Antunes - Até quem sabe (João Donato e Lysias Ênio)
Bibi Ferreira - Suas Mãos (Antônio Maria e Pernambuco)
Leila Pinheiro - Raízes (Dênis Brean e Osvaldo Guilherme)
Claudette Soares - Tema de Simone (Maysa)
Zeca Baleiro - Por Causa de Você (Tom Jobim e Dolores Duran)
Leny Andrade - Pra não mais voltar (Maysa e Ivan Lins)
Cláudia - Morrer de amor (Oscar Castro Neves e Luvercy Fiorini)

Quando estava terminando de escrever a biografia Maysa: Só numa multidão de amores, tive o privilégio de ouvir algumas faixas do disco. Cauby cantando "Ne me quitte pas", por exemplo, é um caso à parte. Arnaldo Antunes recriando "Até quem sabe" é um arraso.

quarta-feira, 4 de abril de 2007

Quem tem medo de Maysa?


Eumir Deodato: no início, acompanhou Maysa


Na edição de Veja que está nas bancas, o jornalista Sérgio Martins entrevista Eumir Deodato, músico brasileiro radicado há décadas nos Estados Unidos. Em uma das perguntas, Martins refere-se a Maysa:

Veja - No começo da carreira, o senhor tocou com Maysa, uma cantora famosa pelo gênio forte. Dava medo trabalhar com ela?

Eumir Deodato - Sabe que não tive problemas? As pessoas que mais sofriam numa apresentação de Maysa eram aquelas que insistiam em conversar. Maysa jogava água nelas.

(Na biografia Maysa: só numa multidão de amores, conto algumas boas histórias da época em que Eumir Deodato, então um jovem talento, tocou com Maysa.)


Para conhecer o site oficial de Deodato, clique aqui.

domingo, 1 de abril de 2007

Maysa, na coluna "Gente Boa"



Deu na coluna "Gente Boa", do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, na edição de hoje, domingo, de O Globo:


Farmácia mortal


Ao morrer, em 1977, a cantora Maysa carregava no corpo uma tenebrosa farmácia química que misturava a pastilha de Antabuse (implantada na pélvis para evitar o alcoolismo), Minifage (um inibidor de apetite que deixava a vista turva) e Lasix (diurético que provocava embotamentos e delírios). Desse jeito, bateu com o carro na amurada da ponte Rio-Niterói. A versão, inédita para explicar a morte da cantora, está em Só numa multidão de amores, a biografia que Lira Neto lança pela editora Globo no fim do mês.