domingo, 1 de abril de 2007

Maysa, na coluna "Gente Boa"



Deu na coluna "Gente Boa", do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, na edição de hoje, domingo, de O Globo:


Farmácia mortal


Ao morrer, em 1977, a cantora Maysa carregava no corpo uma tenebrosa farmácia química que misturava a pastilha de Antabuse (implantada na pélvis para evitar o alcoolismo), Minifage (um inibidor de apetite que deixava a vista turva) e Lasix (diurético que provocava embotamentos e delírios). Desse jeito, bateu com o carro na amurada da ponte Rio-Niterói. A versão, inédita para explicar a morte da cantora, está em Só numa multidão de amores, a biografia que Lira Neto lança pela editora Globo no fim do mês.