Cinema na terra do Padre Cícero

Estarei nesta terça-feira, 14 de junho, em Juazeiro do Norte, convidado para fazer a palestra de encerramento da programação local do Cine Ceará 2011. Este ano, o festival tem como subsede a cidade em que viveu Padre Cícero, onde está ocorrendo, entre outras atividades, o seminário "Religião e Religiosidade no Cinema".
Abaixo, a programação completa do seminário em Juazeiro, que foi aberto neste domingo por Ariano Suassuna:
12 de junho, domingo
• Abertura
• Exibição do filme Joaseiro do Padre Cícero, de Adhemar Bezerra de Albuquerque.
• Constituição da mesa pelas autoridades civis, religiosas, acadêmicas e os conferencistas convidados.
• Aula espetáculo
Convidado: Ariano Suassuna
(Dramaturgo, romancista e poeta. Autor da peça teatral O auto da Compadecida; fundador do Movimento Armorial)
• Conferência: "Cinema e Religião"
Conferencista: João José Miranda Vila-Chã, sj
(Filósofo, professor da Pontificia Università Gregoriana-Roma, diretor durante 10 anos da Revista Portuguesa de Filosofia e presidente em exercício da Conférence Mondiale des Institutions Universitaires de Philosophie – COMIUCAP)
Moderador: Mano Granjeiro
13 de junho, segunda-feira
• Mesa-Redonda
Filme em debate: O pagador de promessas, de Anselmo Duarte
- Francisco Regis Lopes Ramos
(Historiador, professor da UFC; ex-diretor do Museu do Ceará e atual diretor do Núcleo de Documentação Cultural da UFC)
- Sulamita Vieira
(Socióloga, professora da UFC; autora de O Sertão em movimento: a dinâmica da produção cultural e Velhos sanfoneiros)
Moderador: Luís Celestino de França Júnior
14 de junho, terça-feira
• Mesa-Redonda
Filme em debate: Juazeiro, a nova Jerusalém, de Rosemberg Cariry
- Rosemberg Cariry
(Poeta e cineasta, produziu e dirigiu 10 longas-metragens)
- Annette Dumoulin
(Psicóloga, coordenadora da Pastoral da Romaria da Diocese de Crato, autora com Ir. Ana Teresa do livro Padre Cícero por ele mesmo)
Moderador: Renato Dantas
• Encerramento
Palestra com Lira Neto
(escritor e jornalista, autor do livro Padre Cícero, poder, fé e guerra no sertão)
A Fome, de Rodolfo Teófilo, reeditada
In Rodolfo Teófilo
Pé na estrada: Viagem Literária

Folha: "Figura polifônica de Getúlio
tornará controversa qualquer biografia dele"
In
Getúlio Vargas

(Lira Neto, especial para a Folha)
Em 1950, Rubens Vidal, repórter da extinta "Revista do Globo", desceu em um bimotor na fazenda Santos Reis, no interior do Rio Grande do Sul, com um propósito: pretendia escrever a biografia do ex-ditador que, deposto cinco anos antes, preparava-se para voltar ao Catete consagrado pelo voto popular.
"Sou contra biografias", rechaçou Getúlio. Tratava-se de meia verdade. Ele já abrira parte de seus arquivos para três biógrafos. O resultado foram três panegíricos lançados em pleno Estado Novo.
Getúlio não era contra biografias. Na verdade, era a favor. Mas, como todo biografado, desde que elas falassem bem dele. Dono de uma trajetória controvertida, Getúlio, voluntariamente ou não, forneceria ainda muitas histórias para os pretendentes a biógrafos, fossem apologistas ou detratores. Talvez seja o personagem histórico sobre o qual mais se escreveu no Brasil. A despeito disso, curiosamente, não há uma grande biografia sobre ele.
Quando propus a Luiz Schwarcz, da Companhia das Letras, uma biografia de Getúlio, sabia o tamanho da encrenca em que me metia. Mas o apoio e o entusiasmo de Luiz foram tão animadores que comecei a trabalhar nisso um dia depois de apresentar à editora os originais de "Padre Cícero", meu livro mais recente.
Há um ano, com a ajuda de uma boa equipe de pesquisadores, venho mergulhando em arquivos públicos e privados, de várias partes do país e do exterior. Foram visitadas dezenas de instituições e consultadas até agora cerca de 50 mil páginas de documentos: cartas, processos judiciais, telegramas, despachos, bilhetes, periódicos, relatórios, memorandos e mensagens oficiais.
Há muito mais a pesquisar, escarafunchar, descobrir. Só o Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil, da Fundação Getúlio Vargas, é um universo.
Como repórter, sempre acreditei na investigação rigorosa, paciente e excitante em fontes primárias, ferramenta básica do jornalismo. Não se faz boa narrativa histórica sem isso, a menos que se pretenda chover no molhado, fazer revisão bibliográfica, pôr em linguagem corrente o que já se escreveu.
Basta dizer que todos os autores que já trataram da juventude de Getúlio, por exemplo, repetiram-se insistentemente, sem avançar muito, quando se referem a dois esqueletos no armário dessa história: Getúlio teria mesmo, aos 14 anos, matado um estudante paulista em Ouro Preto? E, nos anos 20, teria realmente assassinado um índio no interior gaúcho?
As pistas para as respostas estão nos inquéritos policiais e nos processos judiciais que permaneciam, até aqui, aparentemente intocados em arquivos em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. É imperativo gastar sola de sapato, decifrar caligrafias garranchudas, dialogar com documentos cobertos de pó. O grande desafio para qualquer biógrafo é construir, a partir desse amontoado de informações documentais, uma narrativa coesa e atraente.
No caso de uma história polifônica e fascinante como a de Getúlio, trata-se de uma equação ainda mais intrincada: tentar captar o biografado em todas as dimensões, articular a trajetória pública e os caminhos da vida privada, explorar o contexto em que agiu, transformou e, também, foi transformado.
Getúlio soube fabricar uma imagem pública sobre a qual até hoje se discute a partir de posições extremadas. Uma biografia dele, necessariamente, ainda que busque a isenção e o equilíbrio, também deverá ser alvo de controvérsias. "Sou contra biografias", diria, numa hora dessas, o próprio Getúlio.
Texto publicado originalmente na Folha de S. Paulo, em 23 de outubro de 2010.
Zero Hora: "Getúlio continua sendo uma esfinge"
In Getúlio Vargas
Zero Hora – Por que o senhor decidiu biografar Getúlio Vargas?
Lira Neto – Sempre me surpreendeu o fato de Getúlio ainda não ter sido alvo de uma biografia jornalística, moderna, exaustiva. Vinha flertando com o tema há vários anos. Em 2009, depois de entregar os originais de meu livro mais recente, Padre Cícero – Poder, Fé e Guerra no Sertão, resolvi que era chegada a hora de encarar o desafio. Tem sido fundamental a estrutura, a atenção e o apoio estratégico fornecido pela editora que publicará a obra, a Companhia das Letras.
ZH – Como o senhor define Vargas?
Lira – O melhor biografado é aquele que não pode ser definido com uma única palavra, numa única frase, em um único parágrafo, um único capítulo e, às vezes, nem mesmo em um único livro. No caso de padre Cícero, a pergunta que perpassa as quase 600 páginas da obra é exatamente esta: afinal, quem foi Cícero Romão Batista? Ao final da leitura, se tiver provocado no leitor mais dúvidas do que certezas absolutas, terei cumprido meu papel de biógrafo. Em se tratando de Getúlio, acredito em algo parecido.
ZH – A Era Vargas acabou?
Lira – Bem ao contrário disso. Para o bem e para o mal, ela parece mais viva do que nunca. Ao longo das décadas, muitas vezes decretou-se o fim da chamada “Era Vargas”: em 1954, às vésperas da morte de Getúlio; em 1964, quando do golpe militar; em 1994, com a posse de Fernando Henrique Cardoso, que inclusive pregou em discurso a necessidade de virar tal “página da história”. Nos últimos anos, e particularmente na eleiçãos presidencial que está sendo travadas, o legado de Getúlio está mais uma vez em questão. Mais vivo e mais polêmico do que nunca.
ZH – Quem, na sua opinião, compreendeu melhor a figura de Vargas entre os historiadores?
Lira – Há inúmeros trabalhos acadêmicos sobre ele. No conjunto, há obras de interpretação interessantes e bem relevantes. Mas ele continua sendo essencialmente uma esfinge.
ZH – Qual é o método para não submergir nas fontes que constituem, hoje, a existência real de seu biografado?
Lira – O maior erro, e sem dúvida o mais comum, é tentar dividir a vida de Getúlio em vários “Getúlios”: o revolucionário de 30, o ditador do Estado Novo, o populista do segundo governo, e por aí afora. Pode ser mais didático, mas também é mais mecânico, estanque e, portanto, simplista. O mais difícil e o mais excitante é tentar compreender como Getúlio foi capaz de redirecionar os rumos da história brasileira e, ao mesmo tempo, como também se permitiu direcionar e se reinventar a partir das transformações que ele mesmo foi produzindo. Maria Celina D’Araújo, por exemplo, em seus estudos, mostra isso de modo brilhante.
ZH – O senhor biografou o escritor José de Alencar, o padre Cícero e o general e presidente Humberto Castello Branco – cearenses, como o senhor. Como o fato de Vargas ser gaúcho repercute em seu trabalho?
Lira – O fato de ter biografado cearenses não foi, obviamente, uma coincidência. Isso tem relação imediata com o fato de serem personagens que, de um modo ou de outro, fazem parte de meu universo de interesse pessoal desde muito cedo. Mas biografei também a cantora Maysa, que era carioca, criada em São Paulo. Por meio de Maysa, biografei o fim da Era do Rádio e o início do mercado fonográfico, assim como o surgimento da TV e a pré-história da imprensa de celebridades. Getúlio, por sua vez, obviamente, não pertence apenas ao Rio Grande do Sul. Mas também é óbvio que precisei mergulhar fundo na gênese do biografado, procedendo a intensa pesquisa na história gaúcha, tarefa que foi facilitada pela excelência de trabalhos como os de Gunter Axt, Luciano Arrone Abreu, Joseph Love, Sandra Jatahy Pesavento, Maria Antonieta Antonacci, Ricardo Vélez Rodrigues, Eliane Colussi, Mario Maestri, Hélgio Trindade e tantos outros que, independentemente de pontos de vistas e conclusões antagônicas que possam ter, fornecem um painel rico e polifônico do Rio Grande da época. Ao evocar tais nomes assim, de memória, devo ter pecado pela omissão de alguns.
Diário do Nordeste: "Decifrando Getúlio"
In Getúlio Vargas
"Dei início aos trabalhos na semana seguinte depois que entreguei os originais de Padre Cícero para a editora. Naquela ocasião, conversamos a respeito de novos projetos e disse que meu 'sonho de consumo' como escritor era biografar Getúlio Vargas", revela Lira. "Eles toparam na hora. Desde agosto de 2009, ou seja, há pouco mais de um ano, estou mergulhado nesse assunto".
Ainda sem previsão de título para o livro, o autor adianta que a trajetória de vida pessoal e pública de Getúlio Vargas será esquadrinhada em três volumes, cada um com cerca de 500 páginas, a serem lançados com espaçamento de, aproximadamente, um ano entre um e outro. "Não posso adiantar muita coisa, nem de conteúdo, nem de prazos, até porque o cronograma ainda está sendo acertado com a editora. Mas posso dizer que os três volumes darão conta de toda a trajetória de Getúlio Vargas".
Neste primeiro ano de trabalho, a pesquisa que Lira Neto vem desenvolvendo está concentrada na gênese da história do "pai dos pobres". Desde o nascimento, infância e juventude e formação política em São Borja, no Rio Grande do Sul, até sua chegada à presidência da República.
"A longa história de Getúlio Vargas estará condensada em três volumes, mas meu primeiro campo de interesse está focado no momento em que ele entra para a política como deputado estadual, depois deputado federal, governador e ministro do governo Washington Luís", ressalta o escritor.
Documentos inéditos
Apenas na etapa inicial da pesquisa, cinco estados brasileiros já foram percorridos pelo biógrafo em busca de arquivos públicos e privados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul. Mas o autor adianta que serão vasculhados, também, arquivos internacionais.
"Esse livro, como todos os outros que escrevi, pretende ser apoiado, essencialmente, em fontes primárias. Não é uma simples pesquisa bibliográfica. Queremos trazer à luz uma série de documentos pouco visitados pela historiografia ou, em grande parte, absolutamente inéditos", destaca.
"Em Minas Gerais, estive em Ouro Preto, local de passagem de Getúlio na pré-adolescência, quando estudou lá. Mas é no Rio Grande do Sul, tanto em São Borja, quanto em Porto Alegre, onde está o grosso da primeira fase da pesquisa, a maior parte dos documentos consultados. No Rio de Janeiro, no Centro de Pesquisa e Documentação da Fundação Getúlio Vargas, estão os arquivos pessoais dele. E em São Paulo as hemerotecas são muito ricas", enfatiza. "Mas não vou me restringir a arquivos somente brasileiros. Pretendo contemplar, e já comecei a fazer isso, arquivos no exterior, especificamente nos Estados Unidos, Itália e Alemanha".
Enquanto avança na pesquisa, o autor se prepara para receber a estatueta do 52º Prêmio Jabuti, por Padre Cícero - Poder, Fé e Guerra no Sertão, que ficou em segundo lugar (em empate com Euclides da Cunha: Uma Odisseia nos Trópicos, de Frederic Amory. O primeiro lugar foi para Nem Vem que Não Tem - Vida e Veneno de Wilson Simonal, de Ricardo Alexandre). Outra novidade é que, este ano, a Câmara Brasileira do Livro (CBL) está com votação aberta para o "Júri Popular", em que internautas elegerão, entre os vencedores de ficção e não-ficção, o "Livro do Ano".
É eleição para presidente ou para sacristão?
In Brasil Econômico
"Pretendemos, nesta hora grave para a família brasileira, inscrever a sua defesa em nosso programa político”. Responda rápido: quem disse essa frase? José Serra? Dilma Rousseff? Pois é. Poderia muito bem ter sido um ou outro. Mas foi o autoritário Plínio Salgado, mentor da Ação Integralista Brasileira, movimento inspirado no fascismo italiano de Benito Mussolini.
Agora, no segundo turno, ao mirarem o eleitorado da evangélica Marina, o senhor José Serra e a senhora Dilma Rousseff apropriaram-se exatamente do que havia de mais retrógrado nele, ignorando os aspectos de renovação política que a candidata pelo Partido Verde, bem ou mal, pôs em debate. Para usar a metáfora bíblica, como inclusive parece convir ao maniqueísmo que ora assola o país, postos entre a Luz e a Treva, Serra e Dilma estão apostando, de caso pensado, na Treva.
Texto publicado originalmente no caderno Outlook do Brasil Econômico, em 15 de outubro de 2010.
"Padre Cícero" ganha Prêmio Jabuti de Literatura
In Padre Cícero
Padre Cícero: Poder, Fé e Guerra no Sertão, publicado pela Companhia das Letras, ficou com o segundo lugar, na categoria biografia, do Prêmio Jabuti de Literatura. A lista dos vencedores foi divulgada hoje, 1 de outubro, pela Câmara Brasileira do Livro. A relação completa, segundo o blog do caderno "Prosa e Verso", do O Globo, é a seguinte:
"Se eu fechar os olhos", "Leite derramado" e "Os espiões" são os vencedores da categoria "Romance".
Os vencedores da categoria "Contos e crônicas" são: "Eu perguntei pro velho se ele queria morrer (e outras histórias de amor)", "A máquina de revelar destinos não cumpridos", "Paulicéia dilacerada". "Crônicas inéditas" (Manuel Bandeira), terceiro lugar da categoria "Contos e crônicas", vai concorrer na categoria póstuma
Venceram a categoria "Poesia": "Passageira em trânsito", "Sangradas escrituras" e "Lar".
Venceram a categoria "Biografia", na ordem: "Nem vem que não tem: vida e veneno de Wilson Simonal", "Padre Cícero: poder, fé e guerra no sertão" e "Euclides da Cunha: uma odisséia nos trópicos" empataram em segundo e, em terceiro ficou "Bendito, maldito: uma biografia de Plínio Marcos".
A categoria "Reportagem" tem como vencedores "O leitor apaixonado, prazeres a luz do abajur", "Olho por olho: livros secretos da ditadura" e "Conversas de cafetinas".
Os vencedores da categoria "Infantil" são: "Os herdeiros do lobo", "Carvoeirinhos" e "A visita dos dez monstrinhos".
Os vencedores da categoria "Juvenil" são: "Avó dezanove e o segredo soviético", "Marginal: à esquerda" e "Sofia e outros contos".
Os vencedores da categoria "Capa" são: "O resto é ruído: escutando o século XX", "Salas e abismos" e "Os espiões".
Em "Teoria e crítica literária" os vencedores na ordem foram: "A clave do poético","O controle do imaginário e a afirmação do romance" e "Cinzas do espólio".
Venceram na categoria "Tradução": em primeiro lugar "O leão e o chacal mergulhador", em segundo, "Canção do venrável" e em terceiro, "Trabalhar cansa".
A segunda categoria apurada foi "Arquitetura e urbanismo, fotografia, comunicação e artes". Os vencedores, na ordem, foram "Athos Bulcão", a coleção "Brasiliana Itaú", e "Ética, jornalismo e nova mídia".
Os vencedores em "Projeto gráfico" são, na ordem: "Igreja e convento de São Francisco da Bahia", a edição de colecionador de "Alice no país das maravilhas" e "Rino Lins, uma gráfica de fonteira".
O primeiro lugar da categoria "Ilustração" é "Já já: a história de uma árvore apressada". Em segundo lugar, estão empatados "O lobo" e "Marginal : esquerda". Também empatados em terceiro: "O tamanho da gente" e "O passarinho que não queria só cantar".
Na categoria "Ciências exatas, tecnologia e informática" venceram: "Obra científica de Mario Schomberg", "Linguagens formais, teoria, modelagem e implementação" e "Química verde".
Os vencedores de "Educação, psicologia e psicanálise" são: "O tempo e o cão", "Caderno sobre o mal" e "Brasil arcaico, escola nova: ciência, técnica e utopia nos anos".
Vencedores da categoria "Didático e paradidático": "Uma história da cultura afrobrasileira", "Coleção gira mundo" e "Almanaque de sentidos".
Venmceram na categoria "Economia, administração e negócios": "Trabalho flexível empregos precários?", "Os anos de chumbo" e "Biocombustíveis, energia da controvérsia".
Venceram a categoria "Direito": "A constituição na vida dos povos", "Direito das companhias", "Curso de direito tributário: constituição e código tributário nacional".
Venceram a categoria "Ciências humanas": "Viver em risco", "A luta pela anistia" e "Um enigma chamado Brasil".
Venceram a categoria "Ciências naturais e da saúde": "Clínica médica", "Manual de diagnóstico e tratamento para residentes de cirurgia" e "Medicina laboratorial para o clínico".
Venceram a categoria "Tradução de obra literária do espanhol para o português": "Purgatório", "Três tristes tigres", "Cem anos de solidão".
(Fonte: Prosa Online)


